quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sim, eu gastei quase todo o meu salário em três dias. Se eu tô arrependida? Bem capaz.
Trabalhei quase dois meses antes de receber, se eu não puder converter dinheiro em coisas legais, não tem porque eu trabalhar. Eu sei que um dia eu vou precisar sustentar uma casa, mas enquanto eu não tenho, é melhor que eu aproveite.

O que ia ser mais legal no fim das contas?
600 reais guardadinhos no banco OU um violão, 9 livros novos e mais umas bugigangas?

terça-feira, 8 de julho de 2014

A mudança tem que começar dentro da gente.
Tô de saco cheio de gente querendo um mundo melhor e jogando o papelzinho da bala no chão.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Como agora eu sou monitora e ganho pra trabalhar nisso, tava pensando em comprar uma câmera massa pra fazer umas fotos melhores e tal. Mas repensei. Não quero voltar a assistir a vida em quatro polegadas.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Meus olhinhos cinzentos

Eu tava apaixonada por aqueles olhos cinzentos.
Ainda ontem, tinha ido em uma papelaria e visto um gatinho estampado em caderno, igual à ela. Não, igual, não: não chegava aos pés dela, mas lembrava.
Desde domingo, tô que faço tudo pela metade. Metade fazendo o que tem que se fazer, metade pensando nela.
Eu sei que eu tenho o coração mole, mas esse bichinho me cativou pra caramba em quase nada de tempo. Cativou todo mundo, pra falar a verdade.
Eu vou sentir tanta saudade daquelas patinhas peludas, das tentativas de pulo de cima da cama, das sonecas no edredom do tio Juan. Nem deu tempo de comprar aquela whiskas, nem de fazer a colchinha de tricô que eu tinha prometido. Eu achei que ia ser pra sempre.
Eu não acredito em céus nem nada desse tipo, mas eu desejo profundamente, todos os dias, que existam, e que a essa hora a minha Amorinha teja tirando um cochilo bem quentinho em uma nuvem lá no Céu dos Gatinhos.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Será que dentro da beleia a vida é TÃO mais fácil, hein Mestre Jonas?

Porque se for... to me mudando.


Será que dentro da baleia dá pra fazer bolo de cenoura?

quarta-feira, 12 de março de 2014

Não importa mais como.
Acabou.
Eu não quero mais ter medo.
Não importa mais como.
Eu vou passar por cima disso.
Eu quero viver em paz.
Não importa se ateísmo, espiritismo ou faxina.
Isso tem que passar.
E vai.
Se não passar eu vou correr ele a vassourada.

Je n'aurai plus peur. Je serai forte. J'ai besoin.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sobre Deus e essas coisas todas

Cada um tem que ter ou não o deus e as crenças que quiser. A única obrigatoriedade é que isso lhe faça bem.
É por isso que quando a mãe diz "Vai com Deus" eu digo "Tu também". Se faz bem pra ela é o que importa. E se ela me diz isso é porque quer que me faça bem também.