sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sobre Deus e essas coisas todas

Cada um tem que ter ou não o deus e as crenças que quiser. A única obrigatoriedade é que isso lhe faça bem.
É por isso que quando a mãe diz "Vai com Deus" eu digo "Tu também". Se faz bem pra ela é o que importa. E se ela me diz isso é porque quer que me faça bem também.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tattoo nº 1

 Primeiro de tudo eu quero agradecer esse anjo que mesmo com todo o meu fiasco não riu da minha cara nem tentou me matar ou me expulsar.

Entrei pro clube.

Vou contar agora a história mais legal que eu vou ter pra contar pros meus netos.
Inventei de fazer uma tatuagem, só que eu tenho um-quase-pânico de agulha, só que até umas duas horas antes de fazer ela eu tava corajosa.
Acordei hoje e fiz uma coisa pra começar bem o dia: tomei leite com nescau (o problema é que eu já tava um pouquinho nervosa e ele não me fez muito bem).
Fui de manhã pegar os orçamentos da minha ancorinha nos tatuadores, peguei, escolhi onde ia fazer e fui pro Anglo, porque eu tinha que fazer uma entrevista com uma professora surda pra fazer um trabalho (alias, eu tinha que ta fazendo ele agora, mas azar, to felizona). Daí almocei no campus e fui pra aula.
Quem diz que eu prestei atenção em linguística.
Cinco horas a gente foi pro tatuador, minha tatuagem tava marcada pras cinco e meia.
Cheguei lá, me sentei, tremendo que nem vara verde até que o cara me chamou. Entrei na salinha e ele começou a limpar o meu braço, pôs o estêncil e me mandou sentar. Até aí tudo bem, só que a anta inventou de olhar o que ele tava fazendo e quando eu vi aquela agulha de três metros de comprimento eu entrei em pânico, quando ele foi começar eu desisti. Não, não vou fazer, eu não consigo, eu to em pânico, não, não, não. Até que, com o argumento mais filho da puta, o Juan conseguiu me convencer a ficar.
Daí começou a carnificina.
Pra quem diz que tatuagem não dói: VAI TOMAR NO CU. Dói sim, e depois tu não consegue te mexer, mas o pior é que vale a pena.
Daí o cara já tava quase na metade do desenho e eu comecei a passar mal. E, pra variar, eu desmaiei. Mas desmaiar é a melhor parte porque depois tudo que tu tava sentindo de ruim passa. O Juan me entupiu de chocolate e lá fui eu de volta pra a cadeirinha de tortura.
Daí ele terminou, mas não não nego que doeu, todo mundo sabe que eu sou fiasquenta, então to nem aí.
Foi do caralho, ela ta linda demais.
Agora eu quero uma coruja BEM GRANDE.